A lama seca no chão e nas folhas e deixa tudo monocromático
20/01/2008
12/01/2008
Chegou finalmente

Pedido há mais de um mês para oferecer à Isabel no Natal chegou finalmente o "Vertical Gardens" (de quatro encomendados na Amazon foi o único que se atrazou - os outros chegaram a tempo). Imagens e soluções fabulosas de integração do coberto vegetal em fachadas e no ambiente próximo do dia a dia. Em breve aqui colocarei alguns exemplos.
Baloiço de inverno
Todos me moeram o juizo que o baloiço cá dentro era um estadulho. De facto de verão costuma ir lá para fora, virado ao vale e quando me quero sentar nele está quase sempre com alguem a sornar, por isso sem préstimo algum. De inverno o desgraçado é relegado para uns fundos sem préstimo nem serventia. Resolvi por isso reabilitá-lo e dar-lhe um lugar mais nobre. Ele em troca tem-me dado umas boas tardes de descanso. Jornal, livros, binóculos a ver se apanho o safado do peto verde. Vou ter de arranjar uma tele. Eu que sempre fui fiel utilizador de grandes angulares vou ter de arranajr uma tele por causa do raio de um pica pau maluco e esquivo. Só a mim!
Para afogar tanta tristeza
Para esconder tudo isto....
Ervas da horta
Alhos sem embalagem individual
Isto de pensar é como as cerejas
09/01/2008

Este senhor mocho galego que habita algures lá para as bandas de baixo (de novo esta imagem não é verdadeiramente dele mas de um igual porque nós ouvimo-lo bem mas vê-lo nicles!) resolveu aparecer aqui no blog a reivindicar queimada galega. É o costume; cá por casa quando cheira a pinga aparecem todos!
06/01/2008
Musgo de Oliveira
Bruxas ardendo
Do Galego...
A Queimada é unha bebida feita a base de augardente e azucre, á cal prende lume e deixase queimar dureante certo tempo. É un ritual cheo de misterio e paganismo no que a bebida faise arder con certas fórmulas e engadindo cáscaras de laranxa e limón, café ou viño tinto ó gusto de queimador.
A Queimada non solo é unha bebida tradicional galega senón que tamén constitúe todo un ritual debido a que mentres se prepara recitase un conxuro para afastar ás meigas e quedar liberado de todo o malo.
Alonso del Real fala das orixes da queimada, e atopa nelas elementos célticos, románicos, xermánicos e árabes. Elementos introducidos polos árabes serían o augardente e o azucre; xermánicos o placer pola ebriedad colectiva e o gusto polas bebidas encendidas; célticos os elementos poéticos dos "esconxuros". Establece as orixes da "queimada" nos séculos XI ou XII, coincidindo coa construcción da Catedral de Santiago.
O oficiante dunha queimada debe entender que a súa confección va máis alá do simple feito de queimar alcohol; no fermoso lume poxectase a expresión da cultura dun pobo milenario que soubo integrar no seu seo conceptos e actitudes que proveñen dos albores da civilización humana.
"CONXURO"
Mouchos, coruxas, sapos e bruxas.
Demos, trasgos e diaños, espritos das nevoadas veigas.
Corvos, pintigas e meigas, feitizos das manciñeiras.
Podres cañotas furadas, fogar dos vermes e alimañas.
Lume das Santas Compañas,mal de ollo, negros meigallos, cheiro de mortos, tronos e raios.
Oubeo do can, pregón da morte ;fuciño do sátiro e pé de coello.
Pecadora língua de mala muller casada cun home vello.
Averno de Satán e Belcebú,lume dos cadavres ardentes,corpos mutilados dos indecentes,peidos dos infernales cús,muxido da mar embravescida.
Barriga inútil da muller solteira,falar dos gatos que andan a xaneira,guedella porca de cabra mal parida.
Con este fol levantarei as chamas deste lumeque asemella as do Inferno,e fuxirán as bruxas a cabalo das súas escobas,índose bañar na praia das areas gordas.
¡Oíde, oíde ! os ruxidos que dan as que non podendeixar de queimarse na aguardente quedando así purificadas.
E cando este brevaxe baixe polas nosas gorxas,quedaremos libres dos males da nosa ialma e de todo embruxamento.
Forzas do ar, terra, mar e lume,a vos fago esta chamada :si é verdade que tendes mais poder ca humana xente,eiquí e agora, facede cos espritos dos amigos que están fora, participen con nós desta Queimada.
03/01/2008
01/01/2008
Clara e Megera
Garça
Eucaliptos
Acesso castanheiros
Talude dos burros

Como era de esperar levamos a manhã inteira e parte da tarde a nivelar as leiras abaixo da escola e por isso não conseguimos acabar o movimento de terras do talude dos burros. Foi pena porque a meteorologia prevê agravamento do tempo para os próximos dias e a retro escavadora só poderá voltar cá dia 12 de Janeiro. Até lá os burros vão ter de ficar no cercado pequeno. De qualquer forma parece que o novo alinhamento funciona muito melhor que o anterior. O terreno em baixo ficou mais desafogado, a alameda das oliveiras alinhada e a leira de cima em frente ao lago muito mais larga. Resta fazer o remate da rampa e o desvio do rego das águas excedentes do lago. Segue...
30/12/2007
Uma Poupa é isto...
A Isabel é muito boa pessoa mas teimosa como uma Zulmira. Sismou que uma ave que estava pousada ali ao lado num poste era uma poupa. O bicho era cinzento claro de plumagem regular e tinha uma silhueta com corpo grande e cabeça mais pequena - do tipo de uma pomba. O que era não sei mas poupa não era. Aqui fica alguma informação mais objectiva para quem conseguir ser menos teimoso. (com um obrigado ao Veloso do Blog dos Bichos)
Nome comum: Poupa
Nome científico: Upupa epops
Nome em inglês: Hoopoe
Pertencente à família Upupidae (aves upopiformes ), esta ave encontra-se distribuída pela Europa, zonas tropicais da Àsia , toda a Àfrica excepto zonas desérticas e pelo Madagáscar. É característica de zonas agrícolas ou pastagens com pequenas matas e arbustos.
Com um comprimento de 26 a 28 centímetros, e uma envergadura de 42 a 46 centímetros, esta ave não pesa mais que 80 gramas e tem uma esperança média de vida de 11 anos.
Esta ave é caracterizada por possuir um bico comprido e arqueado, com uma crista eréctil. É esta crista em forma de poupa que lhe dá o nome. A sua plumagem é acastanhada , com as asas largas e arredondadas de listas pretas e brancas. A sua cauda longa é preta com uma barra branca larga. As patas são acinzentadas e curtas.
O seu canto é um característico hoop-hoop-hoop que pode ser repetido ao longo de vários minutos.
Nidifica em buracos de árvores e muros de pedra. A postura é efectuada entre Agosto e Outubro e é constituída por 2 a 7 ovos que variam entre as cores cinzento e amarelo. A incubação que dura cerca de 18 dias é efectuada pela fêmea. Ao fim de 3 ou 4 semanas, as crias estão prontas para os seus primeiros voos.
A principal característica dos ninhos das poupas é talvez o seu cheiro fétido, extremamente desagradável. O mau cheiro não se deve a falta de higiene no ninho, pois sabe-se que a fêmea o limpa cuidadosamente de todos os detritos, mas representa uma estratégia contra predadores. A fêmea e os juvenis desta espécie possuem uma glândula uropigial, capaz de segregar o líquido responsável pelo mau cheiro, que é expelido em caso de ameaça.
Desconfiada, passa grande parte do tempo a alimentar-se no solo. Caminha errantemente, mudando constantemente de direcção. Inverna em África. Voa frequentemente a baixa altitude, rente ao solo. Voo com ondulações curtas e batimentos irregulares, intercalados com deslizes. Ao aterrar, levanta a poupa, por breves instantes.
O estado de conservação da poupa é seguro, mas a espécie encontra-se em regressão na Europa. No último século desapareceu da Suécia, Holanda, Bélgica e grande parte da Alemanha, sobretudo devido à alteração das práticas agrícolas e à introdução do uso de insecticidas.
Alimenta-se essencialmente de minhocas e insectos. Embora prefira alimentar-se no solo, é também capaz de caçar insectos em voo.
Nome científico: Upupa epops
Nome em inglês: Hoopoe
Pertencente à família Upupidae (aves upopiformes ), esta ave encontra-se distribuída pela Europa, zonas tropicais da Àsia , toda a Àfrica excepto zonas desérticas e pelo Madagáscar. É característica de zonas agrícolas ou pastagens com pequenas matas e arbustos.
Com um comprimento de 26 a 28 centímetros, e uma envergadura de 42 a 46 centímetros, esta ave não pesa mais que 80 gramas e tem uma esperança média de vida de 11 anos.
Esta ave é caracterizada por possuir um bico comprido e arqueado, com uma crista eréctil. É esta crista em forma de poupa que lhe dá o nome. A sua plumagem é acastanhada , com as asas largas e arredondadas de listas pretas e brancas. A sua cauda longa é preta com uma barra branca larga. As patas são acinzentadas e curtas.
O seu canto é um característico hoop-hoop-hoop que pode ser repetido ao longo de vários minutos.
Nidifica em buracos de árvores e muros de pedra. A postura é efectuada entre Agosto e Outubro e é constituída por 2 a 7 ovos que variam entre as cores cinzento e amarelo. A incubação que dura cerca de 18 dias é efectuada pela fêmea. Ao fim de 3 ou 4 semanas, as crias estão prontas para os seus primeiros voos.
A principal característica dos ninhos das poupas é talvez o seu cheiro fétido, extremamente desagradável. O mau cheiro não se deve a falta de higiene no ninho, pois sabe-se que a fêmea o limpa cuidadosamente de todos os detritos, mas representa uma estratégia contra predadores. A fêmea e os juvenis desta espécie possuem uma glândula uropigial, capaz de segregar o líquido responsável pelo mau cheiro, que é expelido em caso de ameaça.
Desconfiada, passa grande parte do tempo a alimentar-se no solo. Caminha errantemente, mudando constantemente de direcção. Inverna em África. Voa frequentemente a baixa altitude, rente ao solo. Voo com ondulações curtas e batimentos irregulares, intercalados com deslizes. Ao aterrar, levanta a poupa, por breves instantes.
O estado de conservação da poupa é seguro, mas a espécie encontra-se em regressão na Europa. No último século desapareceu da Suécia, Holanda, Bélgica e grande parte da Alemanha, sobretudo devido à alteração das práticas agrícolas e à introdução do uso de insecticidas.
Alimenta-se essencialmente de minhocas e insectos. Embora prefira alimentar-se no solo, é também capaz de caçar insectos em voo.
Canteiros dos quadrados
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