04/08/2011

Lago grande no verão de 2010

Acho que estas imagens já estavam publicadas algures, mas com tanto blog alguma coisa tinha de correr mal....










Dorme tão bem.....

Amoras

Já tivemos figos do tamanho de peras. Agora temos amoras como sapatilhas. Como todos os dias é preciso colher e falhando apodrecem, o melhor é mesmo deixa-las para os pássaros. São muito boas para as penas das pegas.


24/07/2011

Tallin - Júri do Design Management Europe 2011


8:30 na Praça central qualquer coisa...


9:30 no restaurante



Surbia local bem boa


Canapés de salmão e.... 


11:00 da noite e luz na dita praça


Bem bom!


Alce no prato, bem melhor que alce na estrada, que o diga o Mercedes Classe A


Não sei o que era mas não era mau. Bagas em tudo quanto é sítio.


Decoração Red Dot

Legumes nacionalistas

Palestra Juan Costa em Arouca

Uvas para quê?


Muito bom! Verdadeiro vinho do Porto. Tinto natural ou branco fresco. Recomenda-se na Estónia.

Wine snobs the world over like to show off their expertise by sniffing at a glass and identifying the notes of black currant, citrus and other fruits they detect. For those who find that intimidating, help is at hand from a country not usually associated with wine: Estonia.
Stick your nose in a glass of Estonian red, and if it smells like black currant, then it probably is. The tiny Baltic republic is located too far north to grow grapes, but it has a flourishing tradition of making wine from the berries that are found in abundance in its woodlands.
The process is the same as making wine from grapes: after harvesting, the berries are crushed and the juice fermented in big aluminum vats. The most precious vintages are left to mature, sometimes for a decade or more, before being bottled. Since Estonia regained its independence in 1991, the industry has undergone a revival. There are only a handful of wineries, but they are branching out, experimenting with new blends of berries, and working to develop a range of drier and lighter table wines. The traditional sweet dessert wines remain popular for festive occasions. The Estonians are also trying to export them. I visited the nation's biggest and oldest winery, Pöltsamaa Veinikelder, tel: (372) 776 6199; www.poltsamaafelix.ee, about 140 km south of the capital, Tallinn, to do some sampling. Tasting notes:


POLTSAMAA TOMMU '94-'96
Black currant that's been maturing for a decade. This and an aged apple variant are prestige wines served on special occasions.
Color: dark and opaque red, like a strong Hungarian vintage
Nose: smoky black currant
Palate: first impression is similar to port. Then the earthy aftertaste kicks in, and lingers disagreeably


Read more: http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,1561205,00.html#ixzz1T2cyBnwU


e ainda:

http://www.felix.ee/?op=body&id=29&art=95



Podridão da Tília

Amanhã estão boas


Amanhã é como quem diz...para a semana.

Não sei qual é o segredo...



mas resulta!

Ao menos dorme e deixa almoçar!

Este blog anda tolo e ninguém nota!

03/07/2011

Sete cães sete pães

Eram sete cães a um osso
Sete cães a comer no chão
Sete cães a fuçar num poço
E o mais que tinham era pão

Eram sete cães a um osso
Sete cães a comer no chão
Sete cães à espera do almoço
Cheios de fome numa aflição

Eram sete cães a um osso
Sete cães a comer no chão
Sete cães e nenhum osso
Sete cães e um monte de pão

Eram sete cães espantados
Eram sete cães a alimentar
Eram sete cães esfomeados
Eram sete cães a jantar

Eram sete cães bem tratados
Eram sete cães a jantar
Eram sete cães bem mimados
Eram sete cães a gostar!

........./.........
zzzzzzzzzz
........./.........

Eram sete cães acordados
Eram sete cães a sornar
Eram sete cães bem mimados
E a Isabel a limpar!




Eram sete cães acordados
Eram sete cães a sujar
Eram sete cães bem cuidados
E a Isabel a amargar!


Eram sete cães acordados
Eram sete cães a saltar
Eram sete cães bem tratados
E a feirinha a esperar!


eh eh eh beijinho Isabel





Adormecer o Luis

Pai Pedro faz quilómetros em volta das árvores para adormecer o filho Luis, sempre escoltado pelo fiel Natalicio, feroz cão de guarda!



02/07/2011

Descoberto no armário

Dantes havia tempo para projectar em Free Hand 8 (oito! pois ) e estudar os padrões de sombra sem ser preciso software 3D e toda a tralha de agora.

Devo admitir que o dossier de obra e as folhas de encomenda eram bastante explicitas e por isso foi possível fazê-la por ajuste directo até ao fim. Em caso de dúvida os desenhos explicavam TUDO.


Mas tudo isto não basta. O grande sistema de comunicação com os trabalhadores das diferentes artes é fazer-lhes um esquisso no local e frente ao assunto a tratar. Enquanto se desenha pode seguir-se um raciocínio e detectar se estão realmente a perceber ou não. Desenhei centenas de esquissos em folhas A4 que deixava na obra e que eram o grande sistema de referencia, geralmente mais que o desenho técnico, insuficientemente expressivo e que, geralmente, só revela a suas potencialidades de síntese de informação aos iniciados.

Estas relíquias saíram do armário porque a Carolina me pediu uma plante da casa para o trabalho da Mariana. Descobri muitos outros que pode ter piada colocar aqui. Um dia destes....